O grito dos desesperados e o silêncio dos algozes: Quando a crise é ignorada por tempo demais, o desfecho é a morte

Jorge Meirelles
Jorge Meirelles 18 de abril de 2026
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O grito dos desesperados e o silêncio dos algozes: Quando a crise é ignorada por tempo demais, o desfecho é a morte
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O alerta de “venezuelização” que Bolsonaro fez, hoje é uma reali…
Aquele grito isolado de Jair Bolsonaro sobre a “venezuelização” ecoa hoje. Muitos brasileiros sentem-se perseguidos, silenciados e banidos, numa realidade antes impensável. O discurso virou clamor.

Os desdobramentos do 8 de janeiro de 2023 produziram centenas de condenações e vidas dilaceradas. A morte de Cleriston Pereira da Cunha é uma ferida aberta, símbolo de um Estado que pune sem pacificar.

A Perseguição Silenciosa

Todos os dias surgem pedidos de socorro. Vozes como a de Débora, idosos desesperados e famílias destruídas pela espera, relatam maus-tratos. A pena já não é jurídica, mas sim existencial.

Quando a condenação vira vingança, a ideia de Estado de Direito corrói. A morte lenta avança, enquanto a nação assiste, se acostuma e, pior, silencia diante de tanto desrespeito.

O Clamor dos Patriotas

O número de perseguidos cresce, e a indignação nacional diminui. A “caixa de marimbondos” foi cutucada, espalhando medo e destruição. Quem deterá essa fúria que assola o Brasil?

A crise brasileira é ética, moral, social e espiritual. Ela se transformou em sentença de morte. O Brasil dos patriotas pede socorro. Reaja, Brasil, antes que seja tarde demais!

Jorge Meirelles
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