Ultimas movimentações no STF impõem a sensação de que 2026 será ainda pior que em 2022
O jogo político de 2024 já começou, mas a sua voz corre grav… perigo.
Não faz sentido focar em eleições quando vivemos sob um verdadeiro estado de exceção. A cada dia, fica mais claro que a liberdade de expressão é uma mera ilusão para muitos.
Muitos sonham com um “Senado de direita” para frear o establishment. Contudo, a realidade é cruel: pré-candidatos como Marcel van Hattem e Gustavo Gayer já são alvos do Supremo por “crime de opinião”.
A repressão silenciosa
O caso, sob a batuta do “comissário” Dino, demonstra a fragilidade de nossa justiça. Alguém ainda duvida da condenação, e da consequente inelegibilidade desses críticos? É um padrão.
A perseguição não para. Silas Malafaia foi processado por críticas genéricas a generais. Antes, Flávio Bolsonaro e Zema também sentiram o peso de um sistema que não tolera a divergência.
O cerco se fecha
A Polícia Federal, em seu papel atual, já sinalizou o futuro da liberdade de expressão para o eleitor comum. Criticar o “Descondenado” virou passaporte certo para problemas judiciais.
Este cenário sombrio indica que o pleito vindouro será ainda mais repressivo que o de 2022. O cerceamento das vozes dissonantes é a nova regra. Fique atento.