TSE surpreende e mantém voto de presidiários: O crime organizado vai votar em 2026

Jorge Meirelles
Jorge Meirelles 25 de abril de 2026
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TSE surpreende e mantém voto de presidiários: O crime organizado vai votar em 2026
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A Justiça Eleitoral acaba de tomar uma decisão que revolta a socieda…

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, que a Lei Antifacção não valerá nas eleições de outubro. Uma medida que choca, considerando o que está em jogo.

A justificativa? O Artigo 16 da Constituição. Regras eleitorais exigem um ano de antecedência. A lei foi aprovada apenas sete meses antes do pleito. Uma flagrante demora.

Impacto Controverso nas Urnas

O resultado prático é chocante: presos provisórios, inclusive investigados por crime organizado, votarão! Isso sem condenação definitiva, um privilégio questionável.

A proibição, tão esperada pela sociedade, só valerá a partir de 2028 ou 2030. Uma lentidão que beneficia quem o sistema protege.

A Lei Antifacção: Força Adiada

A Lei Antifacção traz medidas cruciais: amplia penas, tipifica novas condutas, endurece benefícios e manda lideranças para presídios de segurança máxima.

Mas a parte que realmente importava para a moralidade das urnas chegou tarde demais. Mais uma vez, a burocracia freia a justiça.

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