TSE surpreende e mantém voto de presidiários: O crime organizado vai votar em 2026
A Justiça Eleitoral acaba de tomar uma decisão que revolta a socieda…
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, que a Lei Antifacção não valerá nas eleições de outubro. Uma medida que choca, considerando o que está em jogo.
A justificativa? O Artigo 16 da Constituição. Regras eleitorais exigem um ano de antecedência. A lei foi aprovada apenas sete meses antes do pleito. Uma flagrante demora.
Impacto Controverso nas Urnas
O resultado prático é chocante: presos provisórios, inclusive investigados por crime organizado, votarão! Isso sem condenação definitiva, um privilégio questionável.
A proibição, tão esperada pela sociedade, só valerá a partir de 2028 ou 2030. Uma lentidão que beneficia quem o sistema protege.
A Lei Antifacção: Força Adiada
A Lei Antifacção traz medidas cruciais: amplia penas, tipifica novas condutas, endurece benefícios e manda lideranças para presídios de segurança máxima.
Mas a parte que realmente importava para a moralidade das urnas chegou tarde demais. Mais uma vez, a burocracia freia a justiça.