Cai mais uma falsa narrativa contra Bolsonaro
A Polícia Federal mais uma vez inocenta Bolsonaro, e a esquerda vê sua narrativa desmorona…
A Polícia Federal acaba de reiterar o que muitos já sabiam: não há provas de crime na acusação de interferência indevida do ex-presidente Jair Bolsonaro na corporação. Mesmo após a reabertura do caso por Alexandre de Moraes, a investigação conclui o óbvio, desafiando a pressão política.
Sob o governo Bolsonaro, a PF já havia arquivado o caso, com o então PGR Augusto Aras pedindo seu encerramento. A narrativa de “interferência” sempre foi frágil, talvez um pretexto para desviar o foco de outras investigações, como o inquérito das *fake news*.
Mesmo com a mudança de governo, a PF de Lula revisou tudo e manteve a mesma conclusão: sem provas para imputação penal. O delegado Carlos Henrique Pinheiro de Melo foi claro ao escrever:
“não revelou informações capazes de justificar imputações penais.”
A verdade, por vezes, é teimosa.
O próprio ministro Alexandre de Moraes, que tanto pressiona, foi procurado pela PF para compartilhar provas do inquérito das *fake news* que indicassem a tal interferência. A resposta? Moraes afirmou que não havia tais provas naquele processo. Isso é, no mínimo, revelador.
A PF sugere que “eventuais atos de interferência” seriam apurados em *outros procedimentos*, mas a insistência neste caso específico cheira a perseguição. É evidente que a busca era por um bode expiatório, não por justiça de fato.
Agora, Moraes repassa o relatório ao PGR Paulo Gonet, que pode pedir novas diligências ou, finalmente, o arquivamento definitivo. Espera-se que o bom senso prevaleça e que este circo político tenha um fim à altura da verdade.