POLÍTICA

URGENTE: PGR age contra ministro acusado de crime bárbaro

Jorge Meirelles
Jorge Meirelles 08 de abril de 2026
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URGENTE: PGR age contra ministro acusado de crime bárbaro
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Mais um poderoso da República pode cair, e a verdade vindo à to…

A Procuradoria-Geral da República (PGR) deu sinal verde para investigar o ministro afastado do STJ, Marco Buzzi, por importunação sexual. O procurador-geral, Paulo Gonet Branco, foi claro: há “elementos suficientes” para abrir inquérito, reforçando a seriedade dos relatos da vítima e provas administrativas.

Buzzi virou alvo de apurações simultâneas no STJ, STF e CNJ. Tudo começou com a denúncia de uma jovem de 18 anos. Logo depois, uma ex-servidora de seu gabinete trouxe um relato semelhante, engrossando as acusações que agora pesam contra o magistrado, expondo um padrão preocupante.

Ambas as denunciantes foram ouvidas pelo corregedor Campbell Marques, com depoimentos formalmente registrados. No âmbito administrativo, o STJ se prepara para uma sessão secreta em 14 de abril, onde decidirá se abre um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra o ministro afastado. A corda aperta.

Enquanto a defesa da vítima clama por justiça e aguarda a apuração dos “graves fatos” para uma futura ação penal, o caso tramita sob sigilo. O CNJ justifica a confidencialidade para resguardar a intimidade das vítimas. Mas a sociedade espera transparência quando o assunto é abuso de poder.

Já os advogados de Marco Buzzi rebatem a PGR, afirmando ter provas robustas que contradizem as acusações.

Assim, se os depoimentos iniciais podem ser considerados indícios, não se pode desconsiderar a plêiade de provas que demonstram a inexistência dos fatos declarados. Acredita-se que o eminente relator no STF saberá sopesar o conjunto de elementos para, assim, indeferir a abertura do inquérito policial.

Um dos episódios investigados aponta para 9 de janeiro, em uma praia de Balneário Camboriú (SC), onde o ministro é acusado de tentar agarrar a jovem. Ele nega. O caso, tratado como importunação sexual, prevê pena de um a cinco anos de reclusão. Uma denúncia que exige respostas e justiça implacável.

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