URGENTE: Moraes se desespera e autoriza julgamento que pode restringir delações em meio ao caso Master
A manobra de Moraes para barrar delações está em evidên…
O ministro Alexandre de Moraes, em movimento que levanta sérias suspeitas, decidiu reativar uma ação do Partido dos Trabalhadores (PT) para limitar o uso de colaborações premiadas. A coincidência é gritante: o empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master, negocia sua delação. Um escândalo que cheira a blindagem.
Documentos da Receita Federal, enviados à CPI do Crime Organizado, revelam algo estarrecedor: o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, teria recebido *R$ 80,2 milhões* do Banco Master entre 2024 e 2025. A defesa nega, mas a situação é mais delicada que a de Dias Toffoli.
A ação do PT, parada desde julho passado, foi convenientemente liberada por Moraes na última segunda-feira (6) para o plenário do STF. O partido quer “evitar delações que ofendem as garantias fundamentais individuais”, uma retórica que soa como tentativa de frear investigações cruciais.
> “Objetiva-se coibir interpretações inconstitucionais que conduzam a práticas arbitrárias quando da aplicação do instituto da colaboração premiada”, sustenta o PT.
O PT pede ao STF que delações isoladas não sejam suficientes para medidas cautelares, denúncias ou condenações. Além disso, a confirmação de uma delação por outra não deveria ser vista, por si só, como prova. Uma tentativa clara de enfraquecer o principal instrumento contra a corrupção.
Essa manobra, disfarçada de “defesa de garantias”, parece uma estratégia para proteger poderosos. O “eloquente silêncio” da Lei das Organizações Criminosas sobre os benefícios, criticado pelo PT, agora serve de pretexto para desmantelar um mecanismo vital. A justiça está em risco.