POLÍTICA

Gilmar perde a elegância e vai pra cima de Carmen Lúcia com duras críticas

Jorge Meirelles
Jorge Meirelles 08 de abril de 2026
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Gilmar perde a elegância e vai pra cima de Carmen Lúcia com duras críticas
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A lentidão da Justiça brasileira é exposta em público, e a conta da morosidade pode ser paga por to…
*O Confronto no Plenário*

O ministro Gilmar Mendes não poupou críticas à colega Cármen Lúcia no TSE, apontando a *lentidão* da corte. O caso do ex-governador Cláudio Castro, que levou anos para ser julgado, virou o *símbolo* dessa morosidade. Uma situação que, segundo Mendes, afeta a credibilidade da Justiça e gera questionamentos na opinião pública.

Para Gilmar Mendes, a *demora* nos julgamentos causa “problemas como nós estamos vivendo agora”. Ele foi direto: “Certamente se o julgamento tivesse ocorrido antes… nós não teríamos essas dúvidas que são extremamente relevantes”. A crítica é clara: a lentidão judicial tem *consequências reais* e *perigosas* para a estabilidade política e jurídica do país.

Em sua defesa, a ministra Cármen Lúcia argumentou que os processos são pautados *rapidamente* assim que os relatores os liberam. Ela sugeriu que a responsabilidade pela demora não recai sobre a presidência do TSE, mas sim sobre a tramitação interna. Um argumento que, para muitos, não *justifica* a paralisia em casos urgentes.

Mas Gilmar Mendes não parou por aí. Ele trouxe à tona outra ação *pendente* e *crítica* no TSE, envolvendo o governador de Roraima, Antônio Denarium. Este caso, igualmente importante, também corre o *sério risco* de sofrer com a lentidão e ter seu desfecho adiado, gerando mais instabilidade e incerteza no cenário político.

Cármen Lúcia rebateu, *enfática*, explicando que a pauta depende da liberação dos votos pelos ministros. Ela declarou:

“o voto não está no plenário para que eu possa liberar para a pauta”.

Uma resposta que joga a bola para a corte, mostrando que a *engrenagem* da Justiça é complexa e, por vezes, travada por dentro.

Este embate no TSE não é apenas uma briga interna. É um *alerta* sobre a falha do sistema. A população exige *celeridade* e *transparência*, não desculpas. A morosidade da Justiça mina a confiança nas instituições, e casos como o de Cláudio Castro e Antônio Denarium são exemplos claros de como a *burocracia* pode comprometer o Estado de Direito e a estabilidade democrática.

Jorge Meirelles
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