O choro de Jaques Wagner
O governo Lula mergulha em uma crise de confianç…
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner, é acusado de traição. Ele teria chorado após a derrota de Jorge Messias no Senado. Um vexame.
A informação é do senador Otto Alencar, presidente da CCJ. Ele e Wagner estavam no mesmo voo, rumo à Bahia. Um episódio constrangedor.
Por Trás das Cortinas
Alencar detalhou o clima no voo. Ele testemunhou o abatimento de Wagner após o revés. O silêncio era eloquente demais.
“A gente voltou no mesmo voo porque o governador Jerônimo Rodrigues cumpria agenda em Brasília. Wagner não disse uma palavra e, quando o assunto surgiu, dava para ver lágrima no olho dele pela não aprovação”, afirmou Otto Alencar.
A derrota de Messias foi histórica. Wagner teria induzido o presidente Lula a um erro fatal, garantindo votos para o indicado.
Um Jogo de Traição?
Ele teria afirmado que 45 senadores apoiariam o nome de Messias. Isso tranquilizou Lula indevidamente, gerando falsa segurança.
A falsa garantia desmobilizou os apoiadores mais entusiasmados de Messias. Justamente no dia decisivo da votação, a articulação falhou.
Interesses Ocultos
Aliados de Messias não perdoam. Eles acusam Jaques Wagner de ter feito “corpo mole” na articulação. Uma traição explícita.
Um motivo forte circula entre os petistas. Wagner teria seu próprio nome, ou de um aliado, para a cadeira no Supremo Tribunal Federal.
O Preço da Incompetência
A manobra expõe as rachaduras internas no governo. Uma derrota vexatória para o Planalto, com sabor de sabotagem política.
A credibilidade do governo Lula é abalada por essa desorganização. O episódio de Messias revela um jogo de poder sujo e perigoso.