Até Noblat começa a falar em desistência de Lula
A mídia brasileira sonha com uma nova eleição, mas o cenário político…
O jornalista Ricardo Noblat levanta a questão: cresce a torcida para que Lula desista da reeleição. Um sinal claro da insatisfação de muitos.
Segundo Noblat, pesquisas são “retrato de momento”, não destino. Podem virar um filme de terror ou suspense antes do pleito, mostrando a volatilidade eleitoral.
A Força da Mídia no Jogo Eleitoral
A mídia, historicamente, tenta entronizar presidentes. Em 1989, carregou no colo Fernando Collor para barrar Brizola e Lula. E deu certo, infelizmente.
Porém, em 1994 e 1998, Fernando Henrique venceu pelo *Plano Real*, que *salvou o bolso do brasileiro*, e não por editoriais. A economia falou mais alto.
Quando o Povo Decide Contra a Mídia
Lula (2002, 2006) e Dilma (2010, 2014) venceram *contra a grande mídia*. Em 2018, tentaram ignorar Bolsonaro, mas a facada em Juiz de Fora e o antipetismo impulsionaram-no.
Em 2022, a imprensa engoliu Lula a contragosto. Não havia outro capaz de despachar o “capitão”. Foi por um triz, e o povo viu a manipulação.
A Busca Desesperada por uma Alternativa
Hoje, a mídia sonha com a “terceira via”, o candidato “nem-nem”. No papel é lindo, mas na prática, difícil. Caiado ou Zema podem ganhar musculatura.
Até Flávio Bolsonaro pode ser “palatável” ao *establishment*. Seria “mais domesticável” que o pai, sem a conexão popular que assusta a Faria Lima e o agronegócio.
Lula: O Alvo Principal e a Teimosia
O alvo principal da mídia continua sendo Lula, visto como o maior perigo. A ordem é bater sem piedade, retorcendo fatos se preciso for para prejudicá-lo.
A elite queria a desistência de Lula. Mas ele teima. E quem teima, na política, costuma dar muito trabalho até o último minuto da prorrogação.