Senador Alessandro Vieira não se intimida, antecipa sua defesa e humilha Gilmar juridicamente
Afronta à liberdade parlamentar? Um ministro do STF tenta calar um senador, mas a resposta já v…
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) não perdeu tempo. Protocolou sua defesa na PGR contra o pedido do ministro Gilmar Mendes, do STF, que busca investigá-lo por suposto abuso de autoridade. Uma pronta resposta!
Mesmo sem notificação oficial, Vieira agiu. Pelo X, declarou:
quem trabalha com lei e verdade não tem problema em responder qualquer questão.
Afirmou que o pedido do ministro é “imprestável”, conforme a opinião do próprio magistrado.
A Origem da Controvérsia
O embate nasceu na CPI do Crime Organizado. Vieira, como relator, propôs o indiciamento de Gilmar Mendes. A sugestão, contudo, foi rejeitada por seis votos a quatro entre os membros da comissão.
Após a rejeição na CPI, o ministro formalizou o pedido à PGR. A defesa de Vieira contesta a base argumentativa, criticando o uso de termos opinativos sem provas concretas, como “ardilosamente” e “teratologia”.
Defesa Robusta e Imunidade
Vieira reforça que o trabalho da CPI foi técnico, um diagnóstico amplo do crime organizado no Brasil.
Não há como imputar a um trabalho dessa envergadura a finalidade de mero capricho ou satisfação pessoal.
A manifestação invoca a imunidade parlamentar. A elaboração do relatório final da CPI é atividade inerente ao mandato, protegida pelas prerrogativas constitucionais. É um ato tipicamente parlamentar, não abuso de autoridade.