Militante esquerdista agride deputada na Comissão da Mulher e posicionamento de Erika Hilton é inacreditável (veja o vídeo)
No Congresso, a hipocrisia esquerdista acaba de atingir um novo ní…
Um episódio lamentável chocou o plenário. Um militante do PSOL, em clara demonstração de desrespeito, atacou verbalmente uma deputada de direita. Tal conduta é inadmissível, especialmente em um ambiente que deveria prezar pelo debate civilizado e pela ética.
A parlamentar foi alvo de agressões misóginas. No calor do plenário, o militante não hesitou em atacá-la com termos chulos.
> “Feia” e “horrorosa”.
Essas foram as palavras usadas para tentar silenciar uma voz conservadora, disfarçadas de “ativismo”. Uma afronta.
Diante de tamanha agressão, a sociedade esperava uma postura firme de defesa da mulher por parte de certas figuras. Será que a deputada Erika Hilton condenaria a misoginia ou a violência psicológica, como prevê a Lei Maria da Penha?
A resposta, infelizmente, é chocante. Segundo a própria parlamentar agredida, a deputada Erika Hilton não apenas se calou, como saiu em defesa do agressor. Uma inversão de valores que desafia a lógica e a coerência esperada.
É a velha tática da esquerda: atacar quem pensa diferente e depois posar de defensora de minorias. Quando a vítima é de direita, os “defensores” da mulher convenientemente mudam de lado. A hipocrisia está escancarada para todos verem.
Este caso é um alerta. Mostra que certas bandeiras são levantadas apenas por conveniência ideológica. É fundamental que o povo brasileiro esteja atento a esses jogos políticos e exija coerência e respeito de seus representantes.