Uma pergunta a Moraes: Delação do MAURO CID será anulada também?
A toga do *STF* parece estar mais emaranhada do que nunca em uma trama que desafia a transpa…
O ministro *Alexandre de Moraes* moveu uma peça chave no xadrez jurídico brasileiro. Ele encaminhou ao plenário do *STF* uma ação do *PT* que visa limitar as colaborações premiadas. Uma decisão que, para muitos, surge em um momento no mínimo peculiar.
Coincidentemente, a pauta foi liberada exatamente quando o empresário *Daniel Vorcaro*, dono do *Banco Master*, negocia uma potencial delação. Seria apenas uma coincidência ou há algo mais em jogo neste timing tão oportuno? A opinião pública exige respostas.
Para complicar, documentos da *Receita Federal* apontam que o escritório da esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, teria recebido mais de R$ 80 milhões do *Banco Master*. Uma cifra astronômica que levanta sérias dúvidas sobre a imparcialidade.
Estes valores, referentes a 2024 e 2025, vieram à tona via *CPI do Crime Organizado*. A defesa do escritório nega as informações, chamando-as de “incorretas e vazadas ilicitamente”. Mas a sombra da suspeita paira sobre o caso.
Investigadores já avaliam que esta situação envolvendo *Moraes* é ainda mais delicada que a de *Dias Toffoli*, que também teve relações comerciais com fundos ligados ao *Banco Master*. A credibilidade do *Supremo* está em cheque.
O comentarista *Henrique Oliveira* levantou a grave questão:
> “Por que pautar uma ação de 2021 agora em 2026, com a delação de *VORCARO* a caminho? E a delação do *MAURO CID*? Será anulada também?”
A sociedade exige saber: até onde vai essa blindagem jurídica?