Famosa advogada e apresentadora esquerdista é processada por plágio
Escândalo de plágio abala o mundo jurídico e uma apresentadora famosa está no cent…
A advogada e escritora Maytê Carvalho processou a apresentadora Gabriela Prioli em São Paulo. A acusação é grave: Prioli teria reproduzido obras de Maytê sem autorização em seu curso digital. Uma denúncia que levanta sérias questões sobre ética e propriedade intelectual no mercado educacional.
A história começou com uma amizade e negociações para um projeto conjunto. Maytê compartilhou seus materiais, incluindo o livro “Persuasão“. Após o fim das tratativas, Gabriela Prioli lançou um curso com “estranhas similaridades”, segundo a autora. Uma reviravolta que cheira a apropriação indevida.
Gabriela Prioli, por sua assessoria, nega tudo. Afirma que seu material é “autoral, com todas as fontes devidamente indicadas”. Sobre o processo, declarou:
> “Vale dizer que, até o momento, não dispomos de qualquer informação oficial acerca de eventual processo judicial, tendo tomado conhecimento do tema exclusivamente por meio da imprensa.”
As evidências de Maytê Carvalho são detalhadas.
A ação detalha comparações chocantes. Um exemplo: o título “As principais falácias lógicas e como escapar delas” no curso de Prioli e “Isso é uma falácia! Como identificá-las” em Maytê. Outro ponto: a recomendação de evitar a expressão “É isso” no final de apresentações, idêntica em ambos os materiais.
A relação era próxima, com Gabriela prefaciando a obra de Maytê. Mas, após negociações para um curso, Prioli teria sugerido que Maytê atuasse como *ghostwriter*, sem crédito. A recusa de Maytê e o posterior lançamento do curso de Prioli levantam suspeitas de um aproveitamento antiético.
A ação busca “produção antecipada de provas” para documentar as semelhanças e apurar o lucro de Gabriela Prioli. É um alerta grave sobre a proteção da propriedade intelectual. O mercado digital não pode ser terra sem lei para quem plagia ideias e trabalho alheio. A justiça precisa agir.