Ministério Público da Itália muda de lado e impõe nova vergonha internacional ao STF

O regime brasileiro sofre outro revés de for…
No segundo pedido de extradição contra Carla Zambelli na Itália, a procuradoria mudou de posição. Antes pedia a entrega, agora pede a rejeição.
A Corte de Cassação italiana, equivalente ao nosso Supremo, já havia negado o primeiro pedido. Negou porque viu o processo viciado desde a origem, com Moraes como vítima e juiz simultaneamente.
Agora é outro caso: Zambelli apontou arma contra jornalista em São Paulo. Gilmar Mendes foi relator, e a vítima é o jornalista, não Moraes. Mas a defesa diz que Moraes contaminou o julgamento apenas estando presente.
O procurador Fabio Picuti, segundo palavras do advogado Angelo Sammarco: “Se Moraes não poderia julgar como parte lesada no primeiro, sua imparcialidade fica comprometida também aqui”. A procuradoria aceitou essa tese.
Pela primeira vez desde essas extradições começarem, o Ministério Público do país requerido dá razão à defesa. A Corte ainda não decidiu, mas a mudança de posição indica derrota clara do regime.
Fica evidente agora para quem observa de fora aquilo que a militância tentou esconder: o Supremo virou tribunal político que censura e persegue críticos, principalmente à direita.
É o Judiciário da Itália, berço das teses garantistas que nossos “juristas” veneram, constatando que a medida brasileira está torta. Não sobra aonde se apegar mais.


