URGENTE: Vaza certidão de óbito de Sicário e documento esconde algo chocante
O silêncio sobre a morte de um personagem-chave na alta roda levanta suspeitas e ques…
O certificado de óbito de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário“, aliado do banqueiro Daniel Vorcaro, é um enigma. O documento, emitido em abril, omite a causa da morte, registrando apenas “aguardando exames”. Uma falha estranha para um caso de tamanha relevância.
A Polícia Federal (PF) sugeriu suicídio na prisão, mas o registro oficial ignora tal versão. Mourão faleceu em 6 de março, com o óbito formalizado no dia seguinte. Essa discrepância entre a versão policial e o documento público acende um alerta.
Especialistas criticam a emissão de certidões sem causa definida, algo incomum. Normalmente, suicídios citam “lesões auto-infligidas”. A defesa, porém, declarou “morte encefálica” por falta de oxigenação, encaminhando o corpo ao IML para exames.
Outro ponto curioso: o local de sepultamento não consta na certidão. Contudo, informações oficiais indicam que o enterro ocorreu no Cemitério do Bonfim, em Belo Horizonte (MG). Mais uma lacuna que alimenta a desconfiança popular.
O caso segue sob sigilo absoluto. O Ministro do STF André Mendonça, relator do controverso Caso Master, negou o compartilhamento de informações à CPI do Crime Organizado do Senado. Por que tanto esconderijo em um tema de interesse público?
Mendonça justificou a negativa, alegando “diligências instrutórias pendentes”.
“Em relação a ambos os fatos, remanescem diligências instrutórias pendentes, estando ainda em curso as respectivas investigações…”
O “sistema” insiste em manter a verdade oculta, privando o povo de respostas.