A decadência do futebol brasileiro é trabalhada nos bastidores da FIFA

A FIFA domina o futebol mundi…
A FIFA comanda um esquema de controle global há décadas. Com 211 países membros contra 193 da ONU, exerce poder sobre massas e fatura bilhões explorando instabilidade política de nações estratégicas.
O sistema funciona assim: FIFA controla Confederações, que controlam Federações, que controlam grandes clubes. Cada um come da mão do outro. Políticos ganham votos, povo recebe pão e circo.
Entre 1960 e 1980, Argentina venceu 12 Copa América contra 3 do Brasil. No Brasil, entre 1971 e 1991, paulistas e cariocas faturaram 13 títulos nacionais contra 8 dos demais estados pela CBF.
Brasil tinha os maiores estádios do mundo. Em 1950, 199.854 pessoas viram a final contra Uruguai no Maracanã. Depois da FIFA impor “reformas”, estádios europeus cresceram e brasileiros murcharam.
A FIFA interfere em tudo: cores de uniformes, leis nacionais, até poder judiciário. Em 2014, alterou lei de bebidas alcoólicas nos estádios. Recentemente, anulou suspensão do americano Balogun por ligação de Donald Trump para Gianni Infantino.
Faturamento estimado em 8,9 bilhões de dólares nesta Copa. Esse valor supera o PIB de 58 países. A organização passou de 24 seleções em 1994 para 48 agora, visando logo 64 seleções para ampliar domínio.
Jogadores brasileiros saem cedo do país, perdem identidade clubista e nacional. Técnicos italianos comandam seleção brasileira falando português trôpego. Futebol brasileiro vira mesmice europeia. Graças aos bombardeios da FIFA e seus sequazes!


