As dívidas explodem, as fraudes se repetem e o trabalhador paga a conta

O Brasil enfrenta um colapso fisc…
A dívida pública sobe sem parar enquanto o governo gasta mais do que arrecada. O Banco Central mantém juros reais elevados e o país até busca empréstimos na China para tapar o rombo.
Aumentar impostos já foi testado até o limite e não resolve mais. A única saída real é cortar gastos obrigatórios de verdade e impor controle sério no orçamento.
Quando o governo gasta abusivamente, os preços sobem, a inflação aperta e os juros ficam altos. O crédito encarece para todo mundo, a economia anda devagar e quem ganha menos sofre mais.
Casos como Banco Master, Digimais e Americanas não são acidentes isolados. Eles seguem um padrão parecido de fraude estruturada que agrava a situação do país.
O Banco Master, sob Daniel Vorcaro, captava bilhões em CDBs com rendimentos fajutos garantidos pelo FGC. A Operação Compliance Zero encontrou títulos sem lastro, manipulação contábil, lavagem de dinheiro e ligações com PCC e Hezbollah.
O Digimais fez quase o mesmo: vendia CDBs acima do mercado, inflou valores com avaliações fraudulentas e registrou vendas forjadas. O rombo estimado para o FGC fica em torno de R$7 bilhões.
As Americanas manipularam contábeis por anos para inflar resultados em R$25 bilhões fictícios. Um terço da dívida era com bancos públicos e a Polícia Federal agora investiga executivos bancários ligados à fraude.


