O linchamento

A direita está perdendo o foco do que real…
A esquerda observa, pipoca na mão, enquanto uma horda atordoada ataca Michelle Bolsonaro nas redes. A truculência e grosseria, marca histórica dos canhotos, agora é exercida por quem antes idolatrava a ex-primeira dama.
É surreal que uma disputa irrelevante pelo governo do Ceará monopolize completamente a atenção dessa direita desatenta. O verdadeiro cerne fica esquecido: a ameaça que Lula representa ao país.
Quando Michelle recusou apoiar a aliança com Ciro Gomes, criou-se uma treta que agora ofusca escândalos gravíssimos: INSS, Master e o estouro das Americanas, envolvendo Itaú, Bradesco e Santander.
Blogueiros oportunistas “exilados” e seus seguidores cegos ignoram que o destino do país não pode ficar à mercê dessa disputa. Ciro Gomes chamou Bolsonaro de “ladrão”, “picareta”, “bandido” e seus filhos de “tudo bandido”.
Apoiar esse doente mental equivale endossar a posição de Geraldo Alckmin, que criticou Lula e hoje vive grudado em suas bolas. Há um limite para o pragmatismo político; ultrapassado, é destrutivo e demole credibilidade.
Se Jair Bolsonaro estivesse livre, essa situação teria sido resolvida internamente há meses. Um verdadeiro líder administra crises; o amadorismo de Flávio e o abandono de Michelle causaram enorme desgaste.
Se ninguém com bom senso interromper esse processo deplorável imediatamente, Lula vencerá as eleições em outubro. A félicidade de imbecis que atacam quem está do seu lado com pedras na mão.


