Gilmar escancara a briga no STF e ao vivo declara guerra

O STF está rachado de jeito que não tem con…
Na TV, Gilmar Mendes mostrou como o Supremo está dividido entre grupos rivais. A jornalista Vera Magalhães identificou de um lado a turma mais problemática: Gilmar, Moraes, Dino, Toffoli e Zanin.
Do outro lado, Fachin e Cármen Lúcia recebem críticas por agendas como o código de conduta do Judiciário. Mas o grande incômodo é com André Mendonça, que vem ganhando espaço em casos de alto impacto político.
Mendonça conquistou maioria na Segunda Turma e trabalha em relatórios como o Master e máfia do INSS. Gilmar acusou o colega de erros na condução do caso sem apresentar provas concretas.
O decano insinuou que Mendonça tentou interferir na delação premiada de Daniel Vorcaro, sugerindo possível impedimento. Essas declarações explodiram em rede nacional, marcando clara divisão no tribunal.
Augusto Nunes, na Revista Oeste, revelou a estratégia de Gilmar: irritar opositores até transformar debate em bate-boca. Com Joaquim Barbosa e Barroso, funcionou. Com Mendonça, não.
Na sessão sobre prisão do pai e primo de Vorcaro, Mendonça venceu 3 a 1 contra Gilmar. Derrotado, o decano busca vícios processuais para anular tudo, repetindo truques que mataram a Lava Jato.
A malandragem funcionou com Lula, tirado da cadeia para a Presidência. Agora Gilmar tenta o mesmo com o escândalo do Banco Master, protegendo acusados de crime mediante astúcia jurídica.


