Morre renomada médica, referência da medicina brasileira

Jorge Meirelles
Jorge Meirelles 31 de maio de 2026
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Morre renomada médica, referência da medicina brasileira
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O Brasil chora a perda de uma gigante, e a lição para o futuro é mais urg…

O sábado marcou a despedida de Dra. Angelita Habr-Gama, ícone da medicina. Aos 93 anos, após internação no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, ela nos deixa. Uma perda irreparável para a ciência nacional.

Sua trajetória, na USP e além, foi um farol de inovação e dedicação. Enquanto muitos duvidam do Brasil, Angelita provou que a excelência científica é possível aqui. Um exemplo para poucos.

Um Legado de Excelência Global

Seu nome ecoava mundialmente. Incluída entre os 2% de cientistas mais influentes por Stanford, Dra. Angelita elevou o nome do Brasil. Um reconhecimento que hoje parece distante para muitos.

Na coloproctologia, ela revolucionou o câncer de reto com o protocolo “Watch and Wait”. Uma abordagem que salvou vidas e evitou cirurgias invasivas, mostrando a força da pesquisa séria e dedicada.

Pioneirismo e Impacto Duradouro

Criou a disciplina de Coloproctologia no Hospital das Clínicas da USP e fundou a Associação de Prevenção do Câncer de Intestino. Sua visão antecipava desafios, enquanto hoje se discute o básico.

Um marco: primeira mulher membro honorário da American Surgical Association. Quebrou barreiras e inspirou gerações, provando que mérito e competência superam qualquer obstáculo. Um exemplo raro.

A Lição de uma Gigante

Dra. Angelita deixou uma lição:

Eu sempre trabalhei por gosto e prazer. O sucesso foi uma consequência.

Uma filosofia que poucos seguem hoje. O Hospital Alemão Oswaldo Cruz lamenta a perda desta gigante da medicina.

Jorge Meirelles
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Jorge Meirelles
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