Morre renomada médica, referência da medicina brasileira

O Brasil chora a perda de uma gigante, e a lição para o futuro é mais urg…
O sábado marcou a despedida de Dra. Angelita Habr-Gama, ícone da medicina. Aos 93 anos, após internação no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, ela nos deixa. Uma perda irreparável para a ciência nacional.
Sua trajetória, na USP e além, foi um farol de inovação e dedicação. Enquanto muitos duvidam do Brasil, Angelita provou que a excelência científica é possível aqui. Um exemplo para poucos.
Um Legado de Excelência Global
Seu nome ecoava mundialmente. Incluída entre os 2% de cientistas mais influentes por Stanford, Dra. Angelita elevou o nome do Brasil. Um reconhecimento que hoje parece distante para muitos.
Na coloproctologia, ela revolucionou o câncer de reto com o protocolo “Watch and Wait”. Uma abordagem que salvou vidas e evitou cirurgias invasivas, mostrando a força da pesquisa séria e dedicada.
Pioneirismo e Impacto Duradouro

Criou a disciplina de Coloproctologia no Hospital das Clínicas da USP e fundou a Associação de Prevenção do Câncer de Intestino. Sua visão antecipava desafios, enquanto hoje se discute o básico.
Um marco: primeira mulher membro honorário da American Surgical Association. Quebrou barreiras e inspirou gerações, provando que mérito e competência superam qualquer obstáculo. Um exemplo raro.
A Lição de uma Gigante
Dra. Angelita deixou uma lição:
Eu sempre trabalhei por gosto e prazer. O sucesso foi uma consequência.
Uma filosofia que poucos seguem hoje. O Hospital Alemão Oswaldo Cruz lamenta a perda desta gigante da medicina.


