Polícia investiga ligação de cemitério clandestino com as organizações terroristas brasileiras

Jorge Meirelles
Jorge Meirelles 30 de maio de 2026
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Polícia investiga ligação de cemitério clandestino com as organizações terroristas brasileiras
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A barbárie na periferia paulistana atinge níveis chocan…

O corpo de Jonas Barros de Oliveira, o MC GG, foi encontrado em um cemitério clandestino. A cena, em Heliópolis, São Paulo, choca e revela a falência do Estado.

O funkeiro, de 25 anos, era uma promessa da música. Sua morte violenta aponta para o temido “tribunal do crime”, uma afronta à lei e à ordem que deveria prevalecer.

O Terror da Periferia

MC GG teria recusado contratos com outra produtora. Essa recusa brutalmente selou seu destino, expondo a crueldade e a impunidade que assolam nossas comunidades.

A família de Gigante deletou suas redes sociais, talvez por medo. Um silêncio assustador, reflexo do pavor imposto por essas organizações criminosas. Onde está o poder público?

Falha do Sistema

Outros três corpos foram achados no terreno da Sabesp. Dois seriam de Francisco Rubens Souza Cruz, motorista, e Werlen Moitinho Vieira, gerente. Todos ligados à produtora Damassaclan.

Esses desaparecimentos e mortes revelam um cenário de descontrole total. A segurança pública parece inexistente em áreas dominadas por criminosos. Um absurdo que precisa ser combatido.

Exigimos Respostas

O caso de MC GG é mais um grito de socorro. É urgente que as autoridades, incluindo o governo Lula e figuras como Alexandre de Moraes, ajam firmemente contra essa anarquia crescente.

Jorge Meirelles
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Jorge Meirelles
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