Os três patetas da direita, um mineiro e dois paranaenses. O NOVO se revela. E no dia 29 Flávio vai a Curitiba. E aí? (veja os vídeos)

O jogo político esquenta e a direita, mais atenta do que nunca, observa manobras suspeitas que só visam divid…
A direita brasileira amadurece, percebendo manobras oportunistas. Políticos e seus entornos buscam vantagens eleitorais, embolando o campo. Essa maturidade barra discursos vazios, expondo quem realmente trabalha contra a união conservadora.
O pré-candidato Romeu Zema (Novo) tenta tumultuar o cenário. Atacou Flávio Bolsonaro e declarou:
Votar em Flávio Bolsonaro é eleger o Lula.
Uma estratégia divisive, que só fortalece a esquerda, e mostra seu desespero por projeção nacional.
Manobras no Paraná
Essa tática, infelizmente, não é isolada. No Paraná, Deltan Dallagnol e Jeffrey Chiquini replicam a mesma cartilha. Buscam holofotes com discursos vazios, imitando a velha esquerda que tanto criticamos, mas que eles emulam.
Deltan Dallagnol enfrenta clara inelegibilidade, mandato cassado em 2023. Mesmo assim, insiste na candidatura, ignorando a realidade e o próprio sistema. Ministros como Gilmar Mendes já atuaram contra ele, mostrando a fragilidade de sua posição.
O Discurso da Divisão
Jeffrey Chiquini, advogado polêmico, usa a pauta conservadora para autopromoção. Junto a Dallagnol, atacam a jornalista Cristina Graeml, agora no PSD de Ratinho Júnior, com a mesma retórica divisiva e falaciosa.
O discurso do medo e culpa é o elo:
Votar em Cristina Graeml é eleger Gleisi Hoffmann.
Vendem a ideia de que Flávio e Cristina dividem a direita. Mas são eles os verdadeiros sabotadores da união nacional.
A Verdade Virá à Tona
Com a presença de Flávio Bolsonaro em Curitiba, como Zema, Dallagnol e Chiquini se portarão? O PL, aliado do Novo no Paraná, estará lá. Veremos a hipocrisia desses que dividem a direita exposta.


