Deputadas do PSOL saem em defesa de arruaceiros da USP e atacam a Polícia Militar

A baderna na USP foi contida, mas a defesa do caos pela esquer…
Ordem Restabelecida e Provas Incontestáveis
A Polícia Militar agiu com firmeza na madrugada, encerrando a ocupação ilegal da reitoria da Universidade de São Paulo (USP), no campus Butantã. Era inaceitável tamanha desordem.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) confirmou: houve danos ao patrimônio público, como portões derrubados e vidros estilhaçados. Foram apreendidas drogas, facas, canivetes e porretes dentro do prédio.
A Esquerda e a Defesa da Baderna
Como sempre, parlamentares do PSOL saíram em defesa dos arruaceiros, criticando a Polícia e a ordem. O partido parece mais preocupado em proteger quem ataca o patrimônio público.
Erika Hilton:
“Estou acionando a Procuradoria-Geral de Justiça do Estado de São Paulo contra o governo Tarcísio de Freitas, a Polícia Militar e a Reitoria da USP pela violência praticada nessa madrugada contra os estudantes que protestam por melhorias na universidade.O protesto, legítimo, pede apenas que estudantes em vulnerabilidade social tenham a possibilidade de continuar a sua formação.E é um absurdo que o poder público se recuse a negociar, parta para a violência e que quatro estudantes tenham sido detidos por exercerem seu direito constitucional ao protesto.Isso, por si só, já exige uma resposta da Justiça. É assim que a força policial, a USP e o governo do estado estão autorizados a agir em São Paulo?Mas mais absurdo ainda é o fato de que a Reitoria da USP afirma sequer ter sido avisada da operação policial, apesar das evidências que apontam o contrário e indicam que essa violência contra os estudantes estava sendo articulada entre a reitoria e a PM desde a sexta-feira, como o corte dos serviços de água e luz que estavam sendo utilizados pelos alunos.Se a Polícia Militar decidiu agir por conta própria dentro da USP para calar, com violência, um protesto de estudantes que pedia por negociações com a reitoria, esse fato e os mandantes dessa operação precisam ser urgentemente investigados.E, se a Reitoria e a PM planejavam essa violência intencionalmente desde a sexta-feira, isso também precisa ser urgentemente investigado.Sigo atenta a todo desdobramento e às movimentações e articulações dos estudantes da USP.Estudar é um direito. E não podemos aceitar que, quando o pobre finalmente consegue pisar na USP, o aparato de violência estatal decida pisar no pobre.”
Sâmia Bomfim:
“Estou acionando a Corregedoria da Polícia Militar e o Ministério Público para apurar a conduta ilegal e truculenta na última madrugada, quando a tropa de choque agiu com violência ao entrar na USP e agredir estudantes. Todo apoio à luta dos estudantes por permanência e democracia na universidade!”
Apesar das evidências de vandalismo, Erika Hilton e Sâmia Bomfim, do PSOL, acionaram a Justiça contra a PM e o governo Tarcísio de Freitas, ignorando a barbárie no campus.
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