Em estado governado pelo PT, quase 500 detentos deixam a prisão para saidinha do Dia das Mães

Mais uma vez, a justiça brasileira mostra sua face mais libe…
No Piauí, a polêmica “saidinha” de Dia das Mães liberou centenas de detentos do regime semiaberto. Um total de 468 criminosos ganharam as ruas, desafiando a segurança pública.
A Secretaria de Justiça do Piauí (Sejus) confirmou as liberações. Os presos saíram em 5 de maio e devem retornar até 11 de maio. Um benefício contestado por muitos.
O Benefício Controverso
Dentre os liberados, 220 utilizam tornozeleira eletrônica. Essa tecnologia, frequentemente criticada, não oferece garantia total de monitoramento, deixando a população exposta.
A Sejus argumenta que a concessão segue a legislação. Exige-se regime semiaberto, bom comportamento e parte da pena cumprida. Mas será que esses critérios são suficientes?
Critérios e Falhas
A lei determina que réus primários cumpram um sexto da pena. Reincidentes, um quarto. Regras que, na prática, permitem que criminosos perigosos voltem ao convívio social rapidamente.
A única exceção são os condenados por crimes hediondos com resultado de morte. Uma pequena barreira que não impede a sensação de impunidade que assola a sociedade brasileira.
O Governo e a Lei
A “saidinha” está prevista na Lei de Execução Penal. Ela ocorre em datas comemorativas, visando a ressocialização. Mas a pergunta é: e a ressocialização das vítimas?
Vale lembrar que o Piauí é governado pelo petista Rafael Fonteles. Uma gestão que, assim como o partido, é constantemente criticada pela linha “progressista” e leniente com o crime.
Revolta e Impunidade
Esse sistema, que favorece o criminoso e ignora o cidadão de bem, é um tapa na cara da sociedade. Enquanto famílias choram, a “justiça” parece proteger quem devia estar preso.
Até quando o Brasil vai tolerar essa inversão de valores? A segurança pública deveria ser inegociável. É hora de exigir mudanças radicais nesse sistema falho!


