Suzane von Richthofen reaparece aos risos relembrando o crime que chocou o país (veja o vídeo)
Suzane von Richthofen volta aos holofotes com um documentário polêmico, e seu comportamento “descontraído” já levanta sérias questio…
Aos 42 anos, cumprindo pena em regime aberto, Suzane von Richthofen é o centro de uma nova produção da Netflix. O filme revisita o brutal assassinato de seus pais, que a levou à condenação de 39 anos. Trechos vazados já causam alvoroço nas redes sociais.
O que mais choca é o tom adotado por Suzane. Sua postura, vista como *descontraída* e até leve em alguns momentos, levanta sérias dúvidas sobre a real compreensão da gravidade de seus crimes. Uma tentativa de reescrever a história, talvez?
Na obra, a condenada tenta justificar o injustificável, pintando um cenário familiar problemático. Descreve uma infância de distanciamento e ausência de afeto com os pais, Manfred e Marísia von Richthofen.
“Eu vivia estudando… não tinha demonstração de amor”
, afirma.
Ela alega ter presenciado agressões do pai contra a mãe, buscando retratar um lar conturbado. O que seria uma justificativa?
“Minha família não era família Doriana. Longe disso”
, diz, minimizando a tragédia que ela mesma arquitetou.
O relacionamento com Daniel Cravinhos é apresentado como um ponto de virada, que “ocupou todos os espaços” de sua vida. Ela o descreve como uma fuga, uma rotina dupla para escapar da realidade familiar. Isso teria virado “uma guerra dentro de casa”.
Sobre o brutal assassinato de 2002, executado pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, Suzane tenta desesperadamente se isentar do planejamento.
“Eu não construí a arma do crime. Não tenho nada a ver com isso”
, declara. A história, porém, não a absolve de sua culpa.