Mulheres que não desejaria ser

A ministra do Supremo Tribunal Federal está realiç…
Que vergonha ver uma ministra do STF em evento literário sendo aplaudida como celebridade. Sua função é proferir sentenças judiciais no recato do escritório jurídico, nada além disso.
O Supremo Tribunal Federal hoje jaz na lama do descrédito. Magistrados confundem visibilidade pública com competência profissional. Deveriam se limitar ao mundo do Direito e oferecer justiça aos cidadãos.
Em tempos de celebridades fúteis, os mais preparados deveriam entender seu papel na sociedade. Realizar o trabalho para o qual foram designados e retornar ao anonimato das vidas comuns.
O pensador Zygmunt Bauman criou conceitos como “Modernidade Líquida” alertando: vida social virou espetáculo onde todos buscam audiência. Poucos ocupam seu lugar sem ceder à vaidade.
A FLIP em Paraty tentou enaltecer a literatura e escritores. Hoje transformou-se em reduto da esquerda progressista. Carmen Lúcia participa distribuindo sorrisos, posando para fotos, sem bibliografia relevante.
Enquanto a ministra se ilude em confraternizações oportunistas, Brasil desmorona sob governo de Lula. Ilustres “intelectuais” concedem respaldo a um falastrão que só fala e não entrega resultados práticos.
Carmen Lúcia é parte dessa turma cúmplice de teses insanas. Olho para ela com desprezo. A sociedade merecia magistrados sérios, não celebridades em busca de aplausos vazios.


