A história pouco recomendável do ministro da Fazenda que chamou Milei de palhaço

O substituto de Haddad está entrando em terr…
Dario Durigan, ministro da Fazenda, resolveu atacar Javier Milei, presidente argentino, chamando-o de palhaço. Ganhou manchetes e aplausos da militância de esquerda com facilidade.
O ministro não sabe o que fazer para aparecer na mídia. Destratou um chefe de Estado estrangeiro só para ganhar holofotes. Isso mostra desespero político e falta de propriedade.
Marina Helena publicou considerações sobre o verdadeiro palhaço da história. Ela apontou a trajetória suspeita de Durigan e suas conexões com a censura eleitoral de 2022.
Em 2022, Durigan era diretor na Meta enquanto Eduardo Tagliaferro era assessor de Alexandre de Moraes no TSE. Ambos integravam estrutura paralela contra a direita nas eleições.
Durigan saiu da Meta para ser braço direito de Haddad, agora como ministro de Lula. Sua carreira revela padrão claro de perseguição política disfarçada.
Tagliaferro sofre perseguição brutal de Moraes por suposta “violação de sigilo”. Denúncias gravíssimas dele, inclusive fraude processual, seguem sem apuração no sistema.
O regime esqueceu de esconder seus próprios crimes. Durigan pode atacar Milei, mas sua ligação com censura eleitoral permanece documentada e indefensável perante o povo brasileiro.


