A surra do gerente chinês no trabalhador brasileiro e o silêncio sepulcral da esquerda

Trabalhador brasileiro foi chicoteado em fábri…
Um trabalhador brasileiro sofreu agressão física em uma fábrica de Minas Gerais. O gerente, de nacionalidade chinesa, comunicava-se apenas em mandarim. Situação revoltante que expõe negligência total.
O caso repercutiu alguns meses atrás e revelou outra fábrica com denúncias de semi-escravidão. Ambas constavam na lista suja do Ministério do Trabalho. Violações gritantes dos direitos humanos no país.
Por meio de liminar, as duas fábricas saíram da lista suja. Decisão questionável que beneficia empresas acusadas. Fiscais que registraram irregularidades foram afastados de suas funções.
Seria caso perfeito para a militância esquerdista explorar politicamente. Oportunidade de fazer “maior escândalo desde a abolição da escravatura”. Porém, silêncio ensurdecedor da esquerda.
Nenhum artista de MPB, militante ou político de esquerda se manifestou publicamente. Ausência total de indignação performática nas redes sociais. Seletividade ideológica que expõe hipocrisia.
A militância esquerdista só protesta quando convém politicamente. Quando afeta seus interesses, preferem ignorar. Trabalhadores brasileiros não importam nesse jogo sujo.
Esse escândalo não pode cair no esquecimento. Brasileiros precisam saber da conivência política com empresas exploradoras. A verdade permanecerá enquanto houver quem a denuncie.


