Lula se isola ainda mais na América do Sul e não pretende ir a posse de novos presidentes

A esquerda perde espaço na Améri…
Lula não irá às posses de Keiko Fujimori no Peru e Abelardo de la Espriella na Colômbia. O Palácio do Planalto enviará representantes, mas o presidente fica longe.
Os dois novos presidentes derrotaram candidatos de esquerda. Representam mudança ideológica importante na região. O mapa político sul-americano realmente está se transformando agora.
Lula prioriza relações com aliados ideológicos. Quando aparecem, chama de estratégicos. Quando população escolhe outra via, seu entusiasmo diplomático desaparece completamente.
Contraste evidente marca a postura brasileira. Governos alinhados ao PT recebem atenção especial do presidente. Governos diferentes viram prioridade menor no relacionamento externo.
Para Keiko e Abelardo, a ausência é até conveniente diplomaticamente falando. Iniciam mandatos sem dividir palco com liderança historicamente próxima a regimes rejeitados localmente.
Relações entre Estados precisam superar preferências partidárias dos governantes. Comparecer seria respeitar decisão soberana dos eleitores peruanos e colombianos legalmente.
Diplomacia deve flutuar acima de ideologia pessoal. O respeito às escolhas populares caracteriza democracia real e verdadeira entre nações irmãs da região.


