EXCLUSIVO: O desafio pragmático de Flávio Bolsonaro diante de um eleitorado feminino saturado de narrativas*

A esquerda promete proteção, mas sacrifica mulhe…
As mulheres representam 52,8% do eleitorado brasileiro e votam mais que homens. Porém, tratar o voto feminino como bloco único guiado por pautas identitárias é subestimar sua inteligência crítica e capacidade de análise racional.
O governo Lula executou apenas 15% dos recursos contra feminicídio. Resultado: recordes consecutivos de mortes, atingindo 1.568 casos em 2025. Promessas de campanha viraram fumaça orçamentária.
A esquerda aprova leis sobre “misoginia” enquanto ignora problemas reais: educação falha, saúde pública precária, desemprego e segurança destruída. Ideologia avança, segurança feminina retrocede. Pior dos mundos.
O governo que se diz “salvador” das mulheres impulsiona o transativismo agressivamente. Homens autodeclarados mulheres invadem esportes, banheiros, prisões, editais. Se qualquer um é mulher por “sentimento”, políticas de proteção ao sexo feminino perdem toda eficácia e sentido real.
Mulheres conservadoras lideraram mobilizações. Michelle Bolsonaro arrastou multidões. Direita transformou participação feminina em liderança verdadeira, por mérito. Voto por gênero sem competência atrasa o país e enfraquece decisões políticas.
Estratégia de Flávio Bolsonaro escala aliados ambíguos: Simone Marquetto alinha-se 60% com Lula. Seu “Brasil por Elas” oferece celulares gratuitos para 70 milhões, reciclando assistencialismo esquerdista. Mulheres precisam de educação, saúde, emprego e segurança real.
Quatro anos a mais consolidam perda irreversível dos espaços femininos. Leis sobre “opinião”, transativismo invadindo banheiros e presídios, direitos dizimados. Mulher brasileira precisa de mérito, trabalho autônomo, defesa legal e saúde funcionando. Agora é hora de cobrar resultados concretos.


