A imprensa que consegue ser visceral e quase sutil ao mesmo tempo

Jorge Meirelles
Jorge Meirelles 23 de julho de 2026
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A imprensa que consegue ser visceral e quase sutil ao mesmo tempo
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A imprensa tradicional brasileira está desapareci…

Desde 2018, quando Bolsonaro venceu as eleições, a imprensa tradicional abandonou qualquer pretensão de neutralidade. Virou militância pura, defendendo interesses de grupos poderosos sem nenhum constrangimento ou profissionalismo real.

Veículos de comunicação formam consórcios para defender políticas públicas carregadas de conveniências. Jornalistas saem de casa com propósito único: defender pautas seletivas e abdicar da responsabilidade profissional que deveriam carregar.

O padrão é sempre igual: sutileza, oportunismo e manipulação de massa. A imprensa usa instituições do Estado, poderes constituídos e entidades governamentais como escudo para manter credibilidade falsa que carregam historicamente.

Entre imprensa e sistema existe relação baseada em medo, não respeito. Ambos conhecem a capacidade destruidora um do outro. É subserviência e hipocrisia maquiavélica que se toleram mutuamente por interesse comum.

O poder de manipulação ainda é imenso porque a grande mídia penetra lares brasileiros com força. Tecnologia incomoda tanto que agora lutam pela regulação das redes sociais, ou seja, CENSURA disfarçada contra própria liberdade que fingem defender.

Exemplo claro: usam dados do IBGE e pesquisas do TSE em letras garrafais. Quando governo atual não pode fazer propaganda, entra a imprensa com números “Segundo o IBGE” ou “Registrado no TSE”. A notícia ganhou grife institucional falsa.

Institutos de pesquisa são apenas empresas comerciais vendendo percepção ao melhor licitante. Objetivo final é aprisionar eleitor em cumplicidade subjetiva, mantendo cidadão abstraído da realidade democrática que deveria comandar.

Jorge Meirelles
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Jorge Meirelles
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