O ministro nutre raiva e ódio pelo ex-presidente

Ninguém pode ser juiz da própria cau…
Um ministro do Supremo decide sozinho quais visitas o principal líder da oposição pode receber em ano eleitoral. Até cartas entram na proibição total.
Desde 2019, ele é relator de um inquérito aberto pelo próprio Supremo, sem provocação do Ministério Público, para investigar ataques ao tribunal. Vítima, investigador e juiz no mesmo processo.
Em maio de 2022, meses antes de presidir a eleição, já classificava a direita como ameaça antidemocrática nas redes sociais públicas e oficiais.
Ex-chefe do TSE revelou que o gabinete encomendava relatórios sob demanda. “Só entravam coisas para criminalizar a direita”, disse ele em mensagens publicadas pela Folha.
Em agosto de 2025, da própria cadeira de ministro, chamou bolsonaristas de “organização criminosa miliciana” de atuação covarde e traiçoeira para todo país ouvir.
Lula, preso em 2018, recebia lideranças na cela, lançou candidatura do Haddad por carta e manteve perfis nas redes. Por que nunca recebeu restrições iguais?
Quando um tribunal abandona pilares seculares do Direito, o nome disso não é proteção da democracia. É estado de exceção mesmo.


