PT diz ter orgulho de Jaques Wagner e entra em abominável contradição

PT usa ato político para defender inves…
Edinho Silva, presidente nacional do PT, organizou ato para apoiar publicamente Jaques Wagner, citado em investigação da Polícia Federal sobre Banco Master.
Diante da militância, Edinho declarou que Wagner é “motivo de orgulho” para o partido, afirmando acreditar que tempo mostrará se houve injustiça contra senador.
Comportamento do PT chama atenção pela total previsibilidade nas ações quando petista é investigado por órgãos federais responsáveis.
Quando suspeita atinge adversário, partido exige condenação imediata, afastamento e explicações. Investigado petista? Surge solidariedade, orgulho e discursos sobre perseguição injusta.
Investigações respeitam devido processo legal, independente do partido do investigado. Esse princípio deve valer antes e depois de Polícia Federal agir.
Duplo padrão ético-político do PT revela que coerência institucional é luxo inexistente para legenda que governa com Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes.
Hipocrisia não é acaso: é estratégia deliberada de partido que exige justiça seletiva conforme conveniência política momentânea de sua cúpula governista.


