Diplomacia não é palanque: Quando a ideologia substitui a negociação, quem paga a conta é o povo

A diplomacia existe para evitar confli…
Chefes de Estado não são eleitos para vencer debates ideológicos. São eleitos para proteger os interesses permanentes de sua Nação e seus cidadãos.
O recente anúncio das tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros merece reflexão muito mais profunda do que simples disputa política.
O problema não é Donald Trump ou Marco Rubio. O problema é o Brasil e sua relação com seu segundo maior parceiro comercial.
Durante meses, o governo Lula optou por sucessivas declarações públicas de enfrentamento. As críticas extrapolaram divergências comerciais e assumiram tom político, ideológico e pessoal.
A estratégia brasileira fracassou. As tarifas existem. Exportadores têm dificuldades maiores. Empresas perdem competitividade. Investimentos são adiados. Empregos são afetados.
Diplomacia não significa submissão. Significa inteligência estratégica. Significa compreender que conversar não é sinal de fraqueza. Quem paga a conta é o empresário, o trabalhador, o produtor rural, a indústria. É cada brasileiro que sente os efeitos econômicos.


