Desesperado, ministro acusado de crime grave tenta a última saída

A defesa de Marco Buzzi apresenta lau…
O ministro afastado do Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem seu caso investigado também no Supremo Tribunal Federal (STF). Denúncias de importunação sexual pesam contra ele desde fevereiro.
Laudos médicos anexados pela defesa indicam disfunção erétil, ausência de libido e hipogonadismo. Documentos assinados por urologista registram histórico de cirurgia prostática, diabetes e hipertensão arterial do magistrado.
O laudo de fevereiro de 2026 conclui que as condições clínicas não respaldam “função sexual exacerbada”. Os advogados usam isso para contestar relato de denunciante sobre episódio em Balneário Camboriú (SC).
A jovem de 18 anos afirmou que Buzzi tentou agarrá-la no mar três vezes. Segundo seu depoimento, conseguiu sentir a genitália do ministro pressionando seu corpo durante o banho.
Testemunha apresentada pela defesa afirmou ver os dois separados por aproximadamente um metro e meio na água. Disse que não houve contato físico e que Buzzi apenas ofereceu a mão para ajudá-la a sair do mar.
Marco Buzzi nega as acusações e permanece afastado desde fevereiro deste ano. A investigação teve início após denúncia da jovem, filha de amigos do magistrado, durante viagem de férias.


