Disfunção erétil: o inusitado argumento da defesa de ministro afastado (veja o vídeo)

A defesa do ministro afastado usa laudo médi…
A defesa do ministro Marco Buzzi do Superior Tribunal de Justiça (STJ) apresentou um laudo médico descrevendo disfunção erétil para contestar acusações de importunação sexual contra o magistrado.
O documento de fevereiro de 2026 descreve que o ministro apresenta disfunção erétil de origem multifatorial e outras condições clínicas relacionadas à função sexual masculina.
Segundo a defesa, esse quadro seria incompatível com relato de uma denunciante que afirmou ter percebido ereção durante o episódio investigado pela justiça.
O Ministério Público Federal contestou essa argumentação, afirmando que o laudo médico não excluiria a possibilidade da conduta investigada, ressaltando que medicamentos podem reduzir libido sem impedir ereção.
Marco Buzzi permanece afastado cautelarmente do STJ desde fevereiro de 2026 e responde a processo administrativo disciplinar e investigação criminal no Supremo Tribunal Federal.
O processo segue sob sigilo e as acusações são negadas pela defesa do magistrado afastado do tribunal superior.
Caberá às instâncias responsáveis avaliar, em conjunto com todas as demais provas produzidas no processo, o peso e relevância desses documentos para formação do convencimento sobre os fatos.


