Advogado de Bolsonaro mostra detalhes da ação da PF que desmoralizou Moraes

A busca na casa de Bolsonaro não encontrou o que procura…
Hoje de manhã, Alexandre de Moraes mandou fazer busca e apreensão na residência do Presidente Bolsonaro. A diligência procurava armas, munições e acessórios, mas não encontrou nada. Simples assim.
A invasão aconteceu porque Moraes determinou recolhimento da hoploteca do Presidente à Polícia Federal. Listou dez armas, mas a maioria estava guardada no Batalhão da Polícia do Exército em Brasília, não com Bolsonaro.
Duas armas já tinham sido entregues à PF em 2023 por ordem do TCU, pois eram presentes dos Emirados Árabes Unidos. Uma terceira tinha sido apreendida dias antes com um segurança. Nada de novo.
Uma quarta arma, espingarda de Caxias do Sul, foi presente durante o mandato. O registro foi feito normalmente, mas a arma nunca saiu de lá. Estava registrada em nome dele, mas nunca na posse.
Paulo Cunha Bueno, advogado do Presidente, explicou tudo isso antes da operação. A defesa já tinha prestado todos os esclarecimentos sobre o acervo de armas.
A diligência de hoje apenas confirmou o que a defesa dizia. “Não há nenhuma irregularidade”, conforme afirma Bueno sobre o caso.
“Contamos com você nessa batalha!”, encerra o advogado sua mensagem no X sobre a operação de Moraes.


