PT estranhamente protela expulsão de parlamentar ligado ao PCC

O PT enrola no caso do vereador pres…
A Justiça de São Paulo manteve a prisão do vereador Senival Moura (PT) em audiência de custódia nesta sexta-feira. Ele foi detido por integrar esquema de lavagem de dinheiro para o PCC através da concessionária Transunião.
Dois outros presos também tiveram prisão mantida: Jair Ramos de Freitas (Cachorrão), diretor informal da empresa, e Devanil de Souza Nascimento (Sapo), homem de confiança do vereador petista.
O PT de Lula não se manifestou sobre desligamento do vereador. Segundo Claudio Humberto, “o partido enrola e não abre processo de desligamento do criminoso” mesmo após três dias da prisão.
A investigação revela que o PCC condenou Senival à morte por desviar R$15 milhões. O vereador seria “perdoado” pela facção graças ao seu capital e influência política junto ao governo.
O PT apenas anunciou encaminhamento à comissão de ética, sem presa ou ruptura clara. Em 2014, seu irmão foi expulso do partido; Senival permaneceu filiado há doze anos sem incômodos.
O caso mostra por que o PT tem dificuldade de combater gangues como o PCC, classificada como terrorista pelos Estados Unidos. A estabilidade do vereador no partido permanece intacta mesmo preso.


