Parlamentar petista teve a audácia de roubar o PCC e foi conivente com a execução de seu braço direito, diz a polícia

A morte quase chegou para o vere…
Senival Moura, em seu quinto mandato na Câmara Municipal de São Paulo, foi incluído na lista de condenados pelo PCC em 2020.
A suspeita era desvio de R$ 15 milhões da facção através de estrutura paralela em empresa de transporte público dominada pela organização criminosa.
Investigadores apontam que o parlamentar foi poupado não pela inocência, mas pelo capital político e influência institucional considerada estratégica para repasses e contratos públicos.
A crise começou quando integrantes da facção desconfiaram da administração de Adauto Soares Jorge, então diretor da Transunião e apontado como representante de Senival na empresa.
O braço direito do vereador foi executado em 2020 após deliberação do “tribunal do crime” da facção, segundo investigação da Operação Última Parada.
Documentos da Polícia Civil e Ministério Público de São Paulo indicam que a execução ocorreu com conivência do vereador, que sempre negou envolvimento.
Senival Moura foi preso em operação na quinta-feira (26), controlando empresa que movimentou R$ 300 milhões em contratos públicos em 2025.


