Andrei Rodrigues é o novo alvo da ira dos petistas

A represa estourou e a lama chegou até…
O caso do senador Jaques Wagner marcou o dia 18 de junho como péssimo para os petistas, gerando acusações e apontando o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, como alvo principal.
O jornalista Cláudio Magnavita resumiu: “Como na fábula holandesa, o rapaz viajou e a represa estourou, alagando redutos eleitorais de Lula na Bahia e Ceará“.
A foto dos 49 montinhos de mil dólares arrumados artisticamente irritou demais os petistas, divulgada horas após a operação da PF contra o senador.
Os três ministros da Justiça—Flávio Dino, Ricardo Lewandowski e Wellington Lima—tiveram problemas com Andrei e sua linha direta com Lula sobre autonomia da corporação.
O Palácio do Planalto cobrou duramente Andrei por não avisar sobre mandados contra o líder do governo, mas ele manteve sigilo conforme ordem judicial do STF.
Lewandowski interrompeu Andrei publicamente em coletiva, rebatendo informações sobre operações no Rio, expondo incômodo da cúpula ministerial com declarações do chefe da PF.
Último presidente com chefe de polícia foi Getúlio Vargas com Filinto Müller. Andrei passou a Lula figura que misturava traços daquele com Gregório Fortunato, chefe de guarda pessoal.


