Eis a primeira reação de Lula após descobrir bomba envolvendo Jaques Wagner e Master

Lula já definiu sua linha sobre o caso Mast…
Jaques Wagner, líder petista no Senado, virou alvo da Polícia Federal em operação sobre o banco Master. Lula quer manter aparência de imparcialidade, dizendo que cabe ao senador se defender dos fatos investigados.
Nos bastidores do Palácio do Planalto, auxiliares afirmam que o presidente não vai interferir. Interromper as apurações agora geraria desgaste maior, especialmente perto das eleições quando o caso será explorado politicamente.
Um ministro influente resumiu a posição presidencial: não há mudança de postura nas investigações, independentemente de quem seja atingido pelos desdobramentos. A estratégia é manter distância aparente do problema.
Cresce a expectativa nos corredores do Planalto de que Wagner deixe a liderança por iniciativa própria nos próximos dias. Assim Lula evita desgaste de ter que substituir o aliado politicamente abalado pela situação.
Além da investigação do banco, Wagner já enfrentava desgaste pela derrota governista em tentar emplacar Jorge Messias no Supremo Tribunal Federal. Base governista responsabilizou falhas de articulação na liderança do Senado.
Lula ligou para o senador e se solidarizou com ele, conforme o próprio Wagner revelou em entrevista ao vivo. O gesto marca a tentativa do presidente de manter o apoio político mesmo mantendo distância pública.


