No Brasil o exemplo vem de cima: O caso do presidente da CBF

Dinheiro público some, mas a conta a gente pag…
Um escândalo veio à tona na CBF. O presidente teria usado dinheiro da entidade para bancar despesas pessoais. Isso foi revelado por Leo Dias, chocando muitos.
Samir Xaud, questionado, reembolsou quase R$ 60 mil. Mas quantas outras contas são pagas assim? A Itaipu Binacional é outro exemplo de gastos sem clareza.
O problema maior não é só o valor, mas a cultura. Certos ocupantes de poder acham que o dinheiro público lhes pertence. Gastam e viajam como querem.
Quando questionados, a resposta é sempre “sigilo”. Sigilo bancário, administrativo, estratégico. O que era exceção virou regra. A verdade fica escondida.
O pior é que o exemplo vem de cima. Autoridades e gestores transmitem a ideia que recursos podem ser usados sem rigor. A permissividade cresce.
Nenhuma democracia forte sobrevive a tantos segredos. Instituições sérias não temem fiscalização. Quem administra certo não esconde despesas ou auditorias.
O Brasil precisa decidir. Quer transparência ou manter estruturas que só prestam contas sob pressão? O dinheiro é da sociedade, não dos dirigentes.


