Depois de Zambelli, Itália se prepara para julgar um caso ainda mais vergonhoso para o regime brasileiro

Um caso grave parece se desenrol…
O caso de Tagliaferro é grave. Ele é acusado de “tentativa de golpe” por denunciar Moraes no TSE.
Tagliaferro chefiava a Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED). Denunciou que o órgão virou central de censura contra a direita no Brasil.
Segundo Tagliaferro, demandas por “fake news” partiam do gabinete de Moraes. Mandaram-no “usar a criatividade” para censurar.
Militantes de esquerda, universidades e “checadores” alimentavam as denúncias. O regime terceirizava a caça aos opositores políticos.
Ele revelou um grupo de WhatsApp “Atos Antidemocráticos” e acusou Moraes de combinar alvos com o PGR Paulo Gonet.
No Brasil, o denunciante é tratado como criminoso. Moraes é vítima, relator e quem pede a extradição de Tagliaferro.
A defesa sustenta que Tagliaferro nunca foi citado regularmente. Ele mora na Itália, mas usaram citação por edital.
A DPU, nomeada por Moraes, pediu para sair do caso. A Corte italiana negou a extradição de Carla Zambelli.
No caso de Tagliaferro, Moraes é a suposta vítima e o denunciado. O aparato de censura foi reforçado no Brasil.
A AEED segue ativa, agora maior, com Polícia Federal, MPF e Anatel. Teremos mais uma eleição marcada por censura à direita?


