A cueca, o crime e a memória curta

A nação observa, com um olhar atôn…
Antigas marchinhas, da velha República de Bananas, divertiam. Eu brigo, eu mato, quem roubou minha cueca pra fazer pano de prato… era só uma piada.
Mas o Brasil viu dólares na cueca. Um preposto, preso no aeroporto, ia para o Ceará, base do Governo Lula. Que descaramento!
Essa cena, símbolo da degradação ética, chocou. O vice-presidente, que quis voltar ao crime, ria com o Capitão Cueca.
Um sorriso debochado para o eleitor. A democracia depende da memória. Sem ela, a vergonha nacional perde seu valor.
Escândalos viram detalhes. Povo aceita narrativas prontas, ignora fatos. A ética pública, para muitos, está esquecida, sem voz no Supremo Tribunal.
Não é a cueca que importa, mas a indignação sumida. O Governo Lula, e seus aliados, parece ignorar. O povo exige respeito.
Enquanto tentam reescrever a história, a memória popular vive. Certas marchinhas envelheceram melhor que muitos discursos vazios. A verdade prevalece.


