A deplorável justificativa dos homens investigados por morte de jovem em atividade de rope jump em SP

Jorge Meirelles
Jorge Meirelles 15 de junho de 2026
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A deplorável justificativa dos homens investigados por morte de jovem em atividade de rope jump em SP
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A impunidade prospera quando a responsabilidade é esquec…

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, teve a vida ceifada. Um salto fatal sem a corda fixada. Uma tragédia inacreditável.

Na ponte do Esqueleto, entre Limeira e Cordeirópolis. Um rope jump que virou pesadelo. R$180 cobrados por risco.

Luis Felipe Feliciano Egoroff revelou a desorganização. Segundo ele, “não seguia divisão fixa de funções”. A conferência era “compartilhada”.

Ele não lembrava quem fixou a corda. “Às vezes um faz, o outro vê.” Mas, crucialmente, ninguém recordava. A vida de Maria Eduarda em jogo.

Maicon Fernandes Cintra, outro envolvido, confirmou. Fazia checagem, mas também não recordava. Um descaso que revolta qualquer um.

Egoroff, Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves foram indiciados por homicídio. Dolo eventual. Prisão preventiva. Justiça tardia?

O advogado Rafael Gomes dos Santos diz que estão em choque. A população, porém, exige respostas e justiça exemplar.

Jorge Meirelles
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Jorge Meirelles
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