No comando do TSE, Nunes Marques toma nova decisão contra bizarrice da esquerda

Tentam calar a verdade que incomo…
O ministro Kassio Nunes Marques, do TSE, barrou uma clara tentativa de censura. Ele rejeitou a ação contra o filme Dark Horse.
Essa produção mostra a trajetória de Jair Bolsonaro. O filme estava sob ataque do deputado Rogério Correia (PT-MG) e do Grupo Prerrogativas.
Mais uma vez, setores ligados ao governo Lula tentam controlar o que os brasileiros veem. A liberdade de expressão é atacada.
Eles queriam impedir a estreia, prevista para 2026. Alegavam que o longa poderia beneficiar Flávio Bolsonaro na eleição presidencial.
É a velha tática de proibir o que não agrada. Acusavam o filme de ser propaganda eleitoral antecipada, um absurdo.
O medo da verdade é grande. Querem impor narrativas únicas, sem espaço para outras visões sobre a política e nossos líderes.
Até o financiamento, feito por Daniel Vorcaro do Banco Master, foi questionado. Queriam amarrar tudo à prestação de contas de campanha.
Mas Kassio Nunes Marques não entrou no mérito do pedido. A decisão foi processual, por falta de legitimidade dos reclamantes.
“No presente caso, os representantes não disputam eleição na circunscrição nacional, tendo em vista que Rogério Correia de Moura Baptista é deputado federal e pré-candidato ao mesmo cargo apenas no estado de Minas Gerais, ao passo que Marco Aurélio de Carvalho, advogado, sequer alegou pretensão de concorrer nas Eleições 2026”, declarou o ministro.
O deputado não tinha o direito de propor essa ação. A Corte exige que o autor dispute a mesma eleição nacional.


