O preço do populismo: Toda promessa fácil tem uma conta difícil. E quem paga é sempre o mesmo

A história se repete, e o custo…
O populismo sempre começa igual. Uma crise, um líder prometendo milagres. O Estado vai resolver tudo, com gastos e subsídios.
No início, parece dar certo. O povo sente no bolso. O governo fica popular, tudo lindo. Mas a conta chega depois.
Estudiosos já viram esse filme. Gastam, a economia aquece, são reeleitos. Mas a conta não demora a aparecer.
A inflação dispara, preços segurados não aguentam. O governo, desesperado, só aumenta o controle e a confusão.
Aí vem o colapso. O ajuste, antes adiado, chega mais duro. O ciclo recomeça. O populismo sempre volta.
A promessa vem antes do voto. A conta, depois. Quem paga é o trabalhador, o empresário, o aposentado. É sempre o povo.


