O Grande Circo do Finck: quando a conta da arrogância política chega

O teatro político sempre se desmas…
Depois de meses de arrogância, o governo corre atrás de apoio. A corda aperta o pescoço, e a conta chega. A soberba é a marca.
Na política, a confiança não se constrói na emergência. Mas o PT e seus aliados parecem ignorar lições básicas. O povo não esquece.
Faltou diálogo com o Congresso, com a sociedade. O núcleo decisório do governo Lula se isolou. Agora, a crise bate à porta insistentemente.
Buscam apoio parlamentar intenso, com promessas vazias. Negociações de última hora não apagam o passado. A memória do eleitor é longa e atenta.
A atenção devida só vem com a água no pescoço. Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, por exemplo, mostram essa prática. O povo percebe a farsa.
Articulação política não é extintor de incêndio. É construção permanente. Mas este governo prefere o espetáculo do improviso, um circo sem plateia.
O projeto de transformação virou circo político. A confiança está perdida. O público já começou a deixar a arquibancada. O fim da festa se aproxima.


