E quando o ditador é um bom gestor? O caso de Ruanda…

A verdade, por vezes, é dura de aceit…
Em 1994, Ruanda virou um caos total. Em apenas 100 dias, 800 mil pessoas foram massacradas. Um país dividido por etnias, com feridas antigas.
Não havia hospitais, tribunais ou polícia. A economia desabou. O mundo virou as costas, dando Ruanda como perdida, um estado falido e sem esperança.
Então, Paul Kagame assumiu. Como reconstruir um país onde vítimas e assassinos conviviam na mesma rua? Faltavam prisões.
Ele criou os tribunais GACACA. Assassinos confessavam publicamente, em troca de perdão e liberdade, ajudando a reconstruir casas.
Kagame, no poder há 26 anos, proibiu termos como Hutu e Tutsi. Todos eram ruandeses. Quem dividisse, ia preso. Uma unidade imposta.
Porém, há críticas. A imprensa internacional e ativistas acusam Paul Kagame de autoritarismo. Rivais somem, a mídia é controlada. Isso soa familiar?
O povo, porém, o adora, lembrando o horror anterior. E você, leitor, aceitaria perder liberdades por uma estabilidade assim? Pense bem, Brasil!


