2022 é atestado de confiabilidade das urnas, afirma ministro do TSE

A narrativa oficial tenta impor uma confianç…
O ministro do TSE, Floriano de Azevedo Marques, insiste que as eleições de 2022 consolidaram a fé nas urnas. Uma visão, no mínimo, conveniente.
Para Floriano, auditorias e análises seriam um “atestado de seriedade e confiabilidade”. Muitos cidadãos, porém, questionam essa “confiabilidade” imposta.
As investigações, inclusive policiais, não acharam falhas capazes de comprometer o resultado. Curioso, dado o clima de grande desconfiança popular.
Floriano alegou: — “diálogos da cozinha daqueles que queriam deslegitimar as urnas, mesmo sem achar nada”.
Para 2026, ele acredita que a desconfiança nas urnas perdeu força. Ou talvez, a crítica foi silenciada por outros meios.
O sistema já dispõe de mecanismos amplos de fiscalização, disse o magistrado. Mas quem realmente fiscaliza quem, e com qual liberdade?
Floriano chamou de “irracional” acreditar no voto impresso. Para milhões, contudo, é a única garantia real de transparência.


